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Dr. Guilherme
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Existem erros simples nas multas de trânsito que poucos conhecem

Existem erros simples nas multas de trânsito que poucos conhecem
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Hoje uma pessoa entrou em contato comigo buscando auxílio para para recorrer de uma multa de trânsito que havia sido negada pela Junta Administrativa de Recursos de Infrações, conhecida como JARI.

Essa pessoa me contou que havia tentado recorrer por conta própria, mas seu recurso havia sido negado e por conta disso precisava de ajuda de um profissional especialista no assunto, já que tratava-se de uma multa com penalidades bem graves.

Há alguns meses essa pessoa foi parada numa blitz policial e recusou o teste do bafômetro, sendo que isso acarreta as seguintes penalidades: suspensão da CNH por 12 meses; frequência obrigatória em curso de reciclagem; e o pagamento do alto débito da multa.

Após ter em mãos a cópia do recurso que essa pessoa recorreu por conta própria, bem como o motivo do indeferimento do recurso por parte do órgão julgador, percebi que existiam erros por parte de ambos, e que muitas pessoas desconhecem.

O erro por parte do cliente foi ter elaborado o recurso sem analisar a documentação elaborada pelo Agente de Trânsito e de forma nada técnica, ou seja, apenas alegou no recurso que não haviam fotos do ocorrido e que não havia cometido essa multa.

Outro erro encontrado foi por parte dos julgadores que negaram o recurso, pois não fundamentaram adequadamente o motivo do indeferimento desse recurso, já que houve apenas alegações genéricas, o que jamais poderia acontecer, levando em conta que a decisão deve analisar todos os pontos alegados no recurso, sem exceções.

Portanto, essa análise do caso dessa pessoa, me fez refletir que há erros simples nas multas de trânsito que as pessoas desconhecem, e por conta disso acabam tendo os seus recursos negados pelos órgãos de trânsito, já que não sabem como elaborar uma defesa técnica e estratégica.

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